16 abril 2011

Foi tão mágico. Único. Real…


Postado por Nat


Algumas coisas, por mais impossíveis que pareçam, a gente sabe,
bem no fundo, que foram feitas pra um dia dar certo.
Caio Fernando Abreu
Eu usei esta mesma frase, há 5 meses, quando escrevi sobre as frustrações de um sonho. Hoje, eu volto a usá-la, pra falar do mesmo sonho. Sonho que, dessa vez, deu certo. Como um dia eu acreditei que daria…
Voltando ao mesmo texto de meses atrás, eu também encontro a frase exata que pode ter sido a chave para que tudo terminasse tão bem.
“Você só precisa ter calma e não desejar tanto. Do desejo é que saem as angústias.”
Tati Bernardi.
O segredo não é deixar as esperanças de lado e ir conformada com o que você vai ter. O grande mistério e talvez o mais difícil de se conseguir é ir em busca do seu sonho com o coração equilibrado a razão. Ir tranqüila, sem pensar demais no que poderá ou não acontecer. Ir confiante e agradecida pelo que naturalmente já acontecerá. E ir sim, com uma leve esperança de encontrar muito mais. Nunca se sabe o que podemos encontrar no nosso caminho. A gente só deve estar preparado pra ele.
“Es cuestión de tiempo, lo sabes, no hay duda.”
As vezes eu me pego pensando o quanto o tempo está passando depressa. Ainda me lembro como se fosse ontem toda a aflição pra conseguir o meu bilhete premiado. Toda a agonia dos 3 meses que sucederam esse domingo, 27 de março. Todos os conflitos, os momentos de arrependimento, as incertezas, as críticas, o medo, a angustia. Eu desejava tanto que chegasse logo e ao mesmo tempo que não chegasse nunca. Eu sabia que seria fugaz. E intenso. Assim, como foi.
A espera, foi para mim, um dos pontos mais mágicos e que mais sinto falta. Esperar algo que a gente quer muito é bom. A gente sofre, mas a gente idealiza, sonha, conta os dias. É delirante saber que há algo lindo por acontecer. É alucinante imaginar que a realização de um sonho está mais próxima do que imaginamos.
E quando essa espera realmente chegou ao fim, toda a euforia deu lugar a quietude. Ao nervosismo, a dúvida de não saber muito bem como reagir. O medo de não sair nada da maneira que um dia imaginei. E aí você não vai entender o porquê disso se esse mesmo sonho já foi realizado antes. Pode ser que sim, mas não dessa maneira. Eu estava prestes a fazer algo que jamais havia tido oportunidade. Ter um minuto para dizer ao meu ídolo tudo o que por muito tempo eu tenho aqui guardado. E aí sim, você que nunca passou por isso, também não irá entender nunca o significado desse momento.
Domingo, 27 de março de 2011
La vida es coleccionar pequeños momentos de felicidad…”
Tudo ainda estava muito confuso e a mente ainda não assimilava bem o que aconteceria nas próximas horas, quando eu cheguei ao hotel. Era pouco mais de 10h quando entrei, conheci as meninas e ficamos por ali, sentadas, já sem falar coisa com coisa como se nos conhecêssemos há anos. Não demorou muito pra que começassem a nos levar para o andar onde aconteceria o almoço. Ficamos um bom tempo naquela sala, nervosas e vendo a porta se abrir a todo instante pra esperar gente e mais gente que não parava de chegar. Demos umas fugidas coletivas ao banheiro, onde pudemos ver o pessoas da banda passando. Já pra entrar naquele climinha! :D
O discurso das regras foi feito e os números da mesa sorteados. Imagine você que a pessoa “sortuda” aqui pegou o número 54. E quem conhece a arrumação das mesas sabe bem o que isso significa. Mas ok! “Os últimos serão os primeiros”, foi nosso consolo do momento. Não é @paulivr e @carolnenis? Depois disso fomos pra sala do almoço. Quem quis comer, comeu. Quem não quis ficou lá…esperando. Esperando…esperando…esperando. E como demorou!
Como é ruim esperar quando se quer muito uma coisa. Quando ela está prestes a acontecer e sabe-se lá porque tudo se atrasa. Aespera vai dando lugar a agonia. Uma aflição. Eu diria até, uma certa irritação. Eu fiquei muito irritada.  Ao ponto de querer sair correndo. Mas, tão logo a movimentação começou, esse “mal-humor” se foi. E deixou no lugar um coração quase pulando pra fora…
…coração que praticamente parou em meio a euforia que tomou conta do lugar quando eles entraram. Pronto, era tudo real…estava acontecendo. Ela estava ali, tão magrinha e super maquiada. Sorrindo, feliz. Eu sorri lá do fundo, feliz também.
E tão logo eles entraram, falaram qualquer coisa e se sentaram, a sessão de fotos já começou. A verdade é que a gente não tinha muito tempo pra pensar, refletir, calcular direitinho o que fazer ou como fazer. Enquanto a fila andava, milhões de coisas por falar passavam pela cabeça. Milhões de poses para a foto também. Mas tudo se transformou em nada quando chegou a minha vez.
Não importa quanto vá durar – é infinito agora.

Caio Fernando Abreu
Eu parei ao seu lado, enquanto a esperava olhar o presente que alguém lhe havia dado. Fiquei olhando, calma e com os pensamentos longe. Até ela subir os olhos e perceber que eu estava ali. “Hola princesa”, foi o que eu consegui dizer enquanto ela me recebia com um enorme sorriso. Eu não me lembro bem, mas sei que reagi mal. Mal no sentido de, uma vez mais, travar diante dela. Como sempre. Travada, com a voz presa, mas um sorriso igualmente grande, no rosto. Nos abraçamos, rapidamente e ignorando qualquer tentativa de alguém atrapalhar. Foi rápido, mas o suficiente pra ser inesquecível, porque se tem algo que aprendi durante esses anos, foi dar valor aos segundos. Depois da foto, ela se virou pra mim e eu eu entreguei o presente que tinha feito. Recebi um agradecimento, enquanto seus olhos se voltaram para a capa preta do álbum, onde sua história dos dois últimos anos foram retratados em fotos.
E eu continuei calada, ignorando tudo o que eu tinha pensado em dizer. Outra vez as palavras me traíram e deixaram que apenas os olhos falassem. E naqueles olhos azuis tão vivos junto a um imenso sorriso sincero, eu sabia que ela entendia o meu olhar. Eu lhe devolvi outro sorriso e sabia que tinha que ir. Sabia que aquele momento tinha acabado. E aquela atenção já não me pertencia. E eu sabia que por mais rápido que tenha sido, por mais carinhosa que ela estivesse, por mais falhas que eu tivesse cometido, aquele instante eu jamais me esqueceria. Pouco importa quantos segundos tinham se passado, havia sido infinito sim. Eu sabia que os detalhes, naturalmente, eu perderia. Mais as emoções…Ah, essas eu jamais perderei.
“No tengo dudas. Si tuviera que volver el tiempo y elegir a alguien para amar de esa manera…te elegiría a ti.”
Cheguei atrás de Christian, já o abraçando depois de encontrá-lo virado pra trás, me esperando com toda a sua simpatia. Eu sorri automaticamente, o abracei e tiramos a foto. E mais rápido que nada, eu também saí e voltei pro meu lugar, parando antes pra abraçar minha louquinha @Ferneves14 que se desmanchava em lágrimas, nervosa e sem reação.

Tão logo a parte das fotos terminou, as perguntas começaram. E entre o morto-vivo pra tentar ter uma visão melhor dos dois lá na frente, o meu nervosismo foi se dissipando e me deixando mais a vontade. Entre muitas risadas tudo foi ficando mais calmo, e eu me deixei aproveitar o momento descontraído e aquele clima gostoso que estava, tentando guardar cada imagem. Confesso que eu estava meio desconfiada, com medo de não encontrar a Any tão receptiva as perguntas e aos textos, mas… bastou um momento, e uma crise de riso dela, pra meu coração ficar mais tranqüilo e seguro. E junto a sua risada contagiante, acho que todos assim também se sentiram.


Quando foi se aproximando a minha vez, eu voltei a ficar nervosa. Não é novidade pra ninguém o quanto eu sou tímida. E falar diante de mais de 70 pessoas não é tão fácil assim. Ainda mais quando entre eles, está uma pessoa muito especial pra você, a quem você dedicará suas palavras. Palavras que por muito tempo ficaram guardadas, por anos estão esperando a oportunidade de serem ditas. Eu cheguei realmente a pensar que não conseguiria. Mas, talvez, estar tão envolvida no momento me fez criar coragem.

Levantei, e outra vez esperei que ela terminasse de falar qualquer coisa com alguém atrás dela. E com minha coragem querendo fugir, eu a vi se virando e me encarando. Não sei deonde surgiu forças pra dizer que eu leria algo pra ela. Me concentrei no papel em minhas mãos, nas palavras ali escritas e comecei a ler. Entre uma letra e outra, eu levantava os olhos pra tentar ver sua reação. Lembro ter ficado feliz com o que vi, embora seus olhos se dispersassem pela sala por alguns segundos. Eu sorria por dentro, enquanto meus olhos passeavam pelo papel, meu rosto ficava vermelho e meu coração batia em um ritmo desconhecido. Mais do que palavras, eu estava ali demonstrando sentimentos. Eu estava tentado dizer Obrigada a quem tanto já fez por mim. Eu estava tentando passar um pouquinho do que durante esses quase 5 anos ela tinha me dado. Eu estava tentando dizer, que se eu pudesse voltar atrás, era ali que eu estaria.
Quase no final do texto, eu ouvi alguns suspiros abalados. Eu ouvi a Pauli chorando atrás de mim. E eu senti minhas mãos tremerem e a voz falhar na última frase. Devo ter apressado as letras, pra conseguir terminar. E olhei pra frente, tentando assimilar alguma reação. Aquele sorriso me dizendo “qué bonito, muchas gracias”, enquanto batia palmas. E eu desmontei na cadeira, como se tivesse tirado um peso enorme das costas. Eu quis chorar, mas me segurei. E o que eu sentia naquele momento, era a sensação mágica de realização.

“Si mi corazón pudiera hablar,
Vencer la nostalgia y no llorar
Tendría valor para explicar.”
Imediatamente ao fim das perguntas, nós voltamos a ignorar as regras e demos início a surpresa final que havíamos preparado pra ele. Enquanto a Fer Nogueira e a Rafa liam um pequeno texto lá na frente, a Fer Neves e eu também fomos para o outro lado, prontas pra entregar a eles, os álbuns com páginas de scrapbook e mensagens para que eles guardassem pra sempre algumas daquelas carinhas que ali estiveram por eles. E talvez a imagem mais inesquecível que eu tenho é, já ao som de Llevame, a Any me acompanhando com os olhos e um sorriso, chegar até ela para lhe entregar o seu.
E enquanto a música continuava, uma explosão de sentimentos foram se passando. Imagens, momentos, palavras, olhares e sorrisos que ficariam pra sempre ali, presos entre as paredes daquela sala, nas mentes daquelas pessoas, no coração de cada um. Em todos os rostos, a satisfação. E a saudade que já chegava antes mesmo de tudo acabar.
Eu queria não ter que sair dali. Queria que eles não tivessem que ir. Queria segurar cada segundo daquele tempo, pra que nada escapasse. Mas uma vez mais eu sabia que havia, definitivamente, chegado ao fim. Aqueles olhinhos azuis já não me veriam, aquele sorriso já não seria direcionado a mim. Aquela atenção que por tanto tempo eu esperei, também já tinha que ir embora. Mas voltariam…como voltam a todo instante junto ao sentimentos que se encontram e desencontram em mim. E eu só posso dizer, hoje, que sim…valeu a pena. Sempre vale a pena quando você vai atrás de um sonho com todo o seu coração. Coração esse, responsável por sanar qualquer distância. Como eu disse a ela, estar perto ou longe já não importa. Existe esse amor recíproco entre fã e ídolo. Amor que sabe o porque de amar. Esse amor que agradece por tudo. Pra sempre.
Go Any Go
Eu sempre volto dizendo que foi o melhor show. Mas dessa vez, eu preciso dizer que esse foi ainda mais perfeito. Minha gente, alguém me explica que show foi esse? Por que eu, até agora não encontrei palavras pra descrever. Do clima que contagiava o Vivo Rio, ao mínimo detalhe das imagens no telão. Da companhia das meninas aos convidados no palco. De Penya a Christian, passando por Matute a Noel e claro, Anahí. Do orgulho roxo que eu senti da minha menina lá no palco. WOowooow….a expressão de surpresa não me abandonou nem um minuto.
Quiero, quiero, quiero que se pare el tempo…
A abertura surpreendente que deu até medo. Anahí voltou a mostrar o porque do seu sucesso, o quanto cresceu. Aquele palco se tornou pequeno para suas performances minunciosamente ensaiadas. E cada passo ali tinha a sua cara, o seu dedo, a sua voz. Quem é fã sabe e se orgulha disso. Eu não sei precisar qual momento eu me senti mais envolvida, pois não houve um só segundo em que eu não estivesse cantando a plenos pulmões aquelas canções que se tornam ainda mais mágicas nos shows. E eu sorria em vê-la feliz, ali…olhando aquele público intenso e apaixonado. Me senti ainda mais parte daquele momento ao ver minha foto no telão. Perdi as contas de quantas vezes me emocionei, pensando em tudo, relembrando todas as emoções do dia. Me peguei em silêncio em alguns instantes, só olhando, quietinha. E dessa vez, não me deixei chorar. Não queria perder nenhum passo, nenhuma palavras, nenhuma emoção. E ainda tenho tudo aqui, guardadinho comigo…

Anahí ainda incorporava a Ivete que há dentro dela, quando saímos do Vivo Rio a fim de chegarmos no hotel antes deles. Mas entre todas as confusões de trânsito, isso não foi possível. Ainda chegamos a entrar no hotel, mas como sabíamos que ali não daria nada, voltamos para o nosso. Todas morrendo de fome e meio desorientadas sobre que rumo tomar. Eu perdida em pensamento, pensando que uma oportunidade que havia caido sobre minhas mãos no dia anterior, havia se perdido com o fim do dia: Conhecer a Marichelo, ou Neni, ou a irmã de Anahí. Vamos explicar a história!
Ela, que por twitter, sempre foi uma fofa comigo, ganhou o coração de muitos fãs da sua irmã. Eu queria e tentei conhecê-la (com sua ajuda) em outubro do ano passado. Mas o destino não quis. Literalmente! E aí, qual não foi a minha surpresa ao receber um recado de que ela queria me encontrar no domingo? Me senti muito especial pra alguém que é bem especial também, por sempre me tratar com todo o carinho. Ia ser depois do almoço, mas com todo o atraso não deu. No meio do show, ficou combinado de ser no hotel, depois de tudo. Mas como nos atrasamos, também achei que nem daria mais. Até as meninas – que combinaram junto a ela – me chamarem e dizerem que ela estava descendo. Avisei a turma que procurava comida – entre eles eu – que não saissem, porque ela desceria e todos queriam vê-la e fui esperá-la.
Ah….e como ela é mais fofa e linda pessoalmente. “Por fínnn”, foi a primeira coisa que me disse. Me deu um mega abraço que me fez sentir ainda mais querida. Eu só sabia agradecer a ela por tudo, enquanto ela me dizia um monte de palavras carinhosas. Entreguei os pequenos álbuns que havia feito pra ela, tiramos fotos e ela se despediu. Eu preciso dizer que fiquei muito feliz. É bom conhecer e encontrar pessoas que nos tratam bem de longe, sem saber quem somos, e mais ainda ser tratada com o mesmo carinho ao vivo.
Depois disso, tentamos jantar no restaurante ao lado. O pessoal da banda e inclusive a Marichelo estavam lá, mas acreditem, fomos mais pela fome que por qualquer coisa. Mas, é certo, pagando um king kong daqueles, nós saímos no mesmo instante nem um pouco a fim de pagar tanto por uma pizza de um sabor qualquer. Deixamos Carol e as bolsas no lobby do hotel, e fomos até o Bob’s mais próximo fazer compras.
Chegamos ao hotel carregadas de sacolas, mas a tempo de um encontro especial e “una platica chistosa” com Noel’s. (não sei escrever o sobrenome dele, ok?)  Como ele foi fofo! Rimos bastante, conversamos, falamos sobre o show, as músicas dele, faculdade e tudo o mais.
Um dia inteiro sem comer, e apesar da fome gigantesca, eu não consegui comer a porra do sanduíche direito. Mas entre muitas risadas, relembramos coisas boas que aconteceram durante o dia e pensávamos nas possibilidades que ainda poderíamos ter pela madrugada afora. Antes de subirmos pra tomar banho e tentarmos algo, ainda encontramos de novo com a Marichelo – dessa vez parando pra falar com todo mundo – e o Jorge. Eles pararam pra conversar com a gente um pouco, falaram do show, agradeceram o carinho, tiramos umas fotos e eles se despediram nos mandando ir dormir, porque já estava bem tarde. rsrs
Ainda tentamos voltar ao hotel ao lado, mas acabamos decidindo dormir um pouco pra tentar algo na manhã seguinte. Pra mim a manhã terminou cedo, já que eu tinha que ir embora e última coisa que conseguimos – ainda na minha presença – foi uma foto com o mocinho que levou areia do Leblon pro México. Confesso que eu sabia que era da banda, mas nem queria foto. Mas fiquei sem graça de fotografar todo mundo, e não tirar também. rsrs
E pra terminar, minhas meninas…
“Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade.”
(Renato Russo)
O que seria desse dia sem elas? Nem metade do que ele foi. E essa história começou há 3 meses, nas conversas pelo msn. Nos programando, imaginando, sonhando…sonhar, talvez nossa maior semelhança. Sonhamos, o mesmo sonho, sem pudores, com medo, mas cheias de esperanças. Somos intensas e lutamos sim, pelo que queremos. Fomos até onde nossos pés alcançaram, voando em nossos desejos sem deixar de tocar o chão. E é por isso, que foi tudo tão maravilhoso como foi. Eu posso dizer que até o que não deu certo, deu certo da maneira que aconteceu. E eu só posso agradecer a cada uma por compartilhar esse dia comigo. Essa aventura tão linda. Esse sonho tão real. E não devemos permitir que NINGUÉM diminua os momentos que tivemos e tudo o que vivemos. Nem mesmo os nossos sentimentos, que algumas vezes confusos, nos traem. Vídeos e fotos não descrevem o que quem esteve ali sentiu e viveu. Nós estávamos ali, nós vivemos essa magia. E foi perfeito como foi. E isso é o que importa.
Vivemos a agonia da espera, surtando loucamente com tudo.  As milhões  de dms em busca do hotel perfeito. O encontro naquela manhã de domingo, novas amigas, velhas amigas. O sofrimento pelos números da mesa do almoço. Eles ali, só pra gente (e mais 50 e tantas pessoas, mas quem se importa?). O nosso morto-vivo sem fimmmm! A fala certeira da @itsrafabich, descrevendo bem que sentimento é difícil colocar em palavras. A apreensão em saber se deixariam a @fer_nogueira ler todo o seu texto, a emoção da @paulinhamarassi (menina, como fiquei com medo de você não consegui terminar de ler!), a @carolnenis surgindo do nada como uma portilittle,a minha timidez e a da @paulivr na hora dos nossos textos, a voz alta e a intensidade da @ferneves14 em seu momento, com direito a sambinha e muitas risadas, o parabéns da @lubruzadin, a nossa surpresa tão esperada e tão do nosso jeito. E desde então, conscientes de que conseguir qualquer coisa com “nossos dois” seria difícil, embora não deixássemos a esperança morrer, nós nos permitimos aproveitar cada minuto daquele dia e daquelas companhias.
O nosso primeiro esporro na bagunça eufórica que aprontamos no quarto do 10ºandar. O segundo esporro no lobby do hotel. O vai, não vai pro Vivo-Rio. O nosso show meninas, e que show!!! Chorando “nos fuimos” correndo tentar algo no All Suites, com medo das câmera de segurança e sem sucesso algum. A fome descontrolada + cansaço+ quero tomar banho+ não quero sair daqui. Eu vendo a Carol com a Tana, e me lembrando imediatamente de quando diziamos que ela conseguiria conhecer os Matutes e eu a Neni. Minha Neni linda e seu abraço apertado. A pizza que não rolou. A correria pela rua deserta em busca de um Bob’s. Noel’sssssssssssss e o flerte intenso, afinal… a @ferneves14 faz “derecho”. #otravez. O Reisman bem que tentou, mas não conseguiu tirar com a nossa cara. O Tiago mostrou, mostrou, mostrou as “carolinas” que ele tinha comprado, mas não teve coragem de oferecer uma pra gente. Só fez zoar o nosso amado Bob’s. A descoberta do tweet com duplo sentido para o Noel’s. Eu e a Fer brigando com a lixeira pra conseguir jogar todas as sacolas dos sanduiches. Fotos, presentes e um papo bem nice com Marichelo. A @carolnenis numa conversa interessante sobre procurando Nemo com o Jorge. #quementende? A decisão pelo banho e……ninguém sabia ligar o chuveiro do hotel. Alguém sabe dizer o destino da foto do 14º andar? hein???? @macpuente e @jorgedalessio talvez saibam…  A conversa cansada no andar da Nenis, que não apareceu. A decisão de dormir 2 horinhas, o quarto gelado e o despertador que tocou, mas ninguém acordou. Todos os abraços, os “eu te amo”, os “amigaaaaa”, os desabafos, uma contando pra outro como tinha sido com cada uma…. A manhã que passou rápida, sem deixar muitas esperanças. E eu fui embora….deixando pra trás minhas meninassss! (Eu estou ouvindo LLevame, agora, ok?)
E ainda dizem que nossos ídolos não nos trazem nada. Se tudo isso é nada, é com ele que eu quero viver!
Obrigada minha princesa linda, Anahí. Obrigada, menino orgulho Christian. Obrigada cidade maravilhosa. Obrigada meninas.
Foi mágico. Único. Real…
“Llevame,
Ya nada borrará los recuerdos
En el corazón.
Hoy no es un adiós, sino un hasta luego.”


















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