21 junho 2016

Eu não queria voar sozinha...


Postado por Nat

"...A love like this won't last forever
I know that a love like this won't last forever
But I, I don't really mind, I don't really mind at all..."

Foto: We ♥ it


Eu queria voar.

E você sabia disso. Sabia que liberdade era meu maior sonho desde a primeira vez em que nos olhamos, no alto daquela pedra, entre tantas pessoas admirando o sol se esconder. Eu amava a sensação de ter os últimos raios de sol queimando sobre meu rosto. Amava o vento sobre meus braços abertos em um fim de tarde qualquer. Amava as flores, os pássaros e as borboletas em algum campo por aí. A ideia de ser livre me deixava em êxtase. Eu sempre fui independente demais. Não me submetia a caprichos de ninguém e não deixaria que nada me fizesse esquecer o quanto eu amava ser livre, mesmo que essa liberdade fosse apenas comer brigadeiro em uma madrugada fria ou dançar até o dia chegar na boate da esquina. Você sabia. Sempre soube.

Mas eu queria ser livre com você. Porque se eu amava o pôr do sol, o meu coração pulsava ainda mais quando eu abria os olhos e você estava ali, me assistindo, entregue a energia do astro rei. E se eu amava o vento e o fim de tarde, o meu peito parecia explodir de amor se você estivesse ali, com os braços em minha cintura. Ah, e o que dizer dos campos floridos e pássaros cantando? Eles eram ainda mais lindos se você estava deitado ao meu lado olhando o céu azul. As borboletas davam voltas em meu estômago. Baby, você sabia disso. E como sabia. 

Só não contava com minha determinação em não ser o que você queria. Desde o primeiro dia, você tentou me dominar com seu sorriso fácil e seu coração vagabundo. Nunca duvidei dos seus sentimentos. Mas você não acreditava nos meus como eu nos seus. Minha liberdade te incomodava e você não me deixava ser quem eu era.

Eu queria voar. Você sabia disso. E preferiu soltar minha mão.

Doeu. Dói ainda.

Mas voar sozinha também é uma opção. E eu sempre soube fazer isso muito bem. Você também sabia.

E eu só queria que soubesse que eu queria você voando comigo. Mas sou livre demais pra me perder em você...




12 junho 2016

Vem de dentro


Postado por Nat


Oh, I’m a mess right now
Inside out
Searching for a sweet surrender

Imagem de girl, sun, and hair
Foto: We ♥ it
 Listening: I'm a Mess, Ed Sheeran



Eu estou uma bagunça. E eu sei, é inevitável vez ou outra se sentir assim. A gente só precisa perceber, sentir o caos e então, tirar o dia (a semana, o mês, o ano...) de folga e começar a colocar o coração, a alma e a vida em seus devidos lugares.

Faz muito tempo que venho me sentido bagunçada e procrastino uma arrumação no meu ego. Teoricamente conheço todos os passos que devo tomar. Cada rumo, cada sim, cada não, cada agora, cada nunca, cada quem sabe um dia. Sei o que devo fazer, o que devo deixar pra trás, quem devo levar e como arrumar cada pedacinho dessa minha bagunça. Teoricamente.

Teoria SEMPRE foi mais fácil. Pode até ser complexa, mas é sim mais fácil. Colocar em prática são outros quinhentos. Tem que ter coragem, tem que ter vontade, tem que ter maldade (no bom sentido da palavra), tem que ter habilidade. E deixa eu te contar uma coisa? Eu não tenho nada disso. Ou talvez não saiba que tenho.

Outro dia decidi que preciso arrumar a vida. Tracei, mentalmente, todos os planos. E venho tentando, do meu jeito mais tordo do mundo, colocar em prática. Questão de honra, dignidade e principalmente de cumprir tantos, tantos sonhos.

Eu sempre fui muito sonhadora. Eu tinha em mim todos os sonhos do mundo. Te juro. Nunca fiz um A pra realizar nenhum deles, só os mais bobos que nem poderia considerar sonhos, talvez eles tenham sido desejos. Sonhos vem mais de dentro, lá do âmago. Eles doem, eles arrancam pedaço, eles marcam de uma forma indescritível, realizados ou não. 

Parte dessa ordem de arrumação, enquanto estudava para um desses planos, eu fui convidada a viajar aqui por dentro de mim. Eu, viajante de coração, tinham me esquecido de tantos lugares apaixonantes que havia no meu. Por muito tempo andei desanimada comigo. E isso me tirou a paixão por escrever (acredite, esse já foi o item número 1 da minha lista de favoritos e eu o fazia muito bem!), o gosto por ler (anos sem conseguir terminar uma leitura decente!), a vontade de mudar, o amor por sonhar, a satisfação de ver um trabalho realizado, o desejo de ser melhor, a aspiração por ser maior. Eu me afundei. Me perdi. Me afoguei. Me baguncei de uma forma que eu talvez não seja capaz de deixar 100% arrumado outra vez.

Acho que voltei a sonhar. Me encontrar me fez voltar a fazer planos, a querer ser o que eu sempre quis ser quando crescer, mesmo que até hoje, com 27 anos nas costas, eu ainda não saiba. Não me julgue, não me critique, não me maltrate. Me entenda, me perdoe, me aceite. 

Ninguém é 100%. Não tem nem graça ser 100%. A gente precisa de um pouco de caos, pra dar um estalo e voltar a se organizar, se achar, se amar, se arrumar e se encaixar. Eu nem quero ser perfeita, me contento com a média, com apenas me encontrar na minha própria bagunça. E acho que estou nesse caminho...

...e se ele estiver errado, eu dou meia volta. E começo tudo outra vez.


01 dezembro 2015

Ah, o tempo...


Postado por Nat


Eu ainda me assusto com a velocidade com que o tempo passa, voa, escorre por entre nossos dedos. Talvez eu nunca me acostume mesmo e nem sei se quero ter consciência de quanto tempo ando perdendo enquanto vejo as folhas do calendários serem arrancadas na minha frente.

Não dá mais pra piscar que o verão acabou, respirar que já é inverno, suspirar que já chegou o outono, cochilar que a primavera já bateu à porta e então, dezembro chega outra vez com a toda a sua magia natalina e as promessas de ano-novo. 

Quer saber? Nem prometo mais. Nunca cumpro. Nunca mesmo. Devo achar que tenho muito tempo pela frente né? Pobre de mim! Meio que cansei de chegar nessa época e tentar fazer o balanço do que fiz ou deixei de fazer. Ai, que dor! É muita culpa que sinto por ter perdido tanto tempo! Muito nervoso por ter tantos planos que não sei nem por onde começar a colocar em prática. E nem sei se deixar o rio correr e as coisas acontecerem é a melhor maneira de aproveitar cada segundo dos próximos doze meses.

Só sei que pensar demais consome mais do pouco tempo que a gente ainda tem. Então? É viver, né? No melhor estilo cada dia como se fosse o último. Com planos? Sim. Mas com os mais imediatos possíveis. E as metas? No fundo a gente sempre sabe o que quer, então vamos cumprindo quando der, sem parar o mundo por conta de uma, ou a vida porque nada deu certo.

O tempo? Ah, meu bem, ele não espera não!

Olá Dezembro!!!! ♥

(Talvez eu tenha usado ? demais nesse post, mas ah...pelo menos eu postei e essa sempre foi uma meta!)

02 outubro 2015

o pulso ainda pulsa (e como pulsa...)


Postado por Nat


Entre tantos emails recebidos, um me chamou a atenção na tarde de ontem: um convite para renovação do domínio desse blog. E só então eu percebi ou me lembrei que eu o havia esquecido. Abandonado, conscientemente abandonado. Estranho né? Eu que arrumei a casa, deixei ele todo lindo - e continuo apaixonada pelo novo layout - simplesmente parei de escrever. Nem entrava aqui pra matar a saudade pra não morrer de culpa de estar longe.

Não tem desculpas não. Foi consciente, como eu já disse. Não quis mais. Fiquei com preguiça, desanimada e me sentindo distante demais de mim mesma pra estar aqui. E olha, nesses meses aconteceram MUITAS coisas. E também não aconteceu NADA. Dá pra entender? Acho que não. E eu também não entendo. (e preciso aprender a parar de escrever sem tantos E nos inícios de frases.)

Mas eu voltei. Continuo do meu jeito. Sem pressão, sem obrigação, sem uma missão pré definida. Apenas voltei.

Talvez mais teórica do que nunca. Cheia de dúvidas, medos e confusões. Completamente envolvida em uma fantasia que arrasta os meus dias. Mas aqui.

E você, está aí?

24 abril 2015

As "estrelas" do mar e os desejos...


Postado por Nat


No feriado eu lembrei que tenho um mar à minha disposição e fui à praia. Sol maravilhoso, maré baixa e água uma delicia. Enquanto caminhava em direção ao fundo, meus pés encontraram a infância. Como se estivesse pisando em falso, eles iam encontrando muitas bolachas-do-mar. E olha, me veio uma nostalgia instantânea.

Eu não sei você, mas bolachas ou estrelas do mar, como sempre chamei, eram presença constante nos meus dias de sol e mar, ainda menina. Ir à água e não disputar quem pisava mais, pegava mais, com a mão, com o pé, sem mergulhar, os dedos amarelados e manchados de tanto segurá-las...era como ir à praia e não ter diversão completa. Uma coisa boba, ingênua e tão feliz. Mas feliz ainda era acreditar que elas tinham um poder muito especial. Realizar nossos desejos. Escolher a maior de todas, quebrá-la ao meio e encontrar o tesouro. A estrelinha principal, tão delicada e linda, fechar os olhos, virar de costas para o infinito, fazer um pedido e jogá-la pra trás. Ah...quantos suspiros. Quantos desejos. Quantas estrelas...

Tenho certeza que era desejos bobos. Era uma ingenuidade pura. Quem sabe uma boneca, ou um sorvete no fim de tarde. Mas era de coração e cheio de esperança. Talvez seja isso que falte agora, anos e tantas coisas depois. As estrelas continuam ali. O mar e o infinito também. Os sonhos talvez sejam maiores, a esperança cada vez menor.

Mas, ainda assim, eu agarrei uma estrela. Eu fechei os olhos. Eu me virei contra o infinito e fiz o meu pedido. E joguei, com toda a esperança do mundo e que ainda me resta, minha estrelinha de volta ao mar...


18 abril 2015

4 dias no Uruguai


Postado por Nat

Assim que acabou o carnaval, eu arrumei minha mala e parti para uma viagem - solitária - programada no final do ano passado: passar 4 dias no Uruguai. Foram poucos dias, confesso, mas pra quem estava sozinha, foi o suficiente! E foi uma delícia! ♥ Me encantei pelo País, pelas cidades em que passei e pela receptividade daquele povo. E aí, claro, vou tentar resumir aqui o meu roteiro meio louco e errado desses dias em que passei por Montevidéu, Colonia del Sacramento e Punta Del Este. Puxa a cadeira, pega uma café e me acompanhe!
Passagens 
Encontrei passagens super em conta pela TAM, levando em consideração o fato de eu morar super distante dos principais aeroportos. Paguei R$900 ida e volta saindo de Vitória.

Hotel
O ideal seria eu ter ficado em um hostel, pra economizar, mas fiquei meio receosa e acabei escolhendo o Hotel América, que reservei através do Booking.com. Optei por levar em conta a ótima localização e o valor acessível, embora não tão baixo. Paguei cerca de R$950. A estrutura é um pouco antiga, mas bem pouco mesmo. Super tranquilo, funcionários educados e prestativos, café da manhã básico, mas bem servido. O único defeito pra mim foi o box do banheiro, super apertado. Somente.

Câmbio
Embora a maioria dos locais aceitem real, é sempre bom trocar um pouco do seu dinheiro pela moeda local. E o melhor local pra isso são nas casas de câmbio espalhadas pelo centro da cidade, onde você encontra os melhores valores para compra. Eu troquei um pouco aqui no Brasil pra não chegar sem nada lá, visto que no Aeroporto as taxas são bem abusivas. Mas meio que me arrependi, pois acabei pagando o Taxi em real mesmo. Usei muito pouco cartão, e revezei entre real e peso uruguaio mesmo, que na época estava na cotação 1BRL para 8,20UYU. O custo no Uruguai não é tão baixo quanto parece ao ver a conversão da moeda. 1 real compra 8 pesos, mas você compra uma água por até 40 pesos (ou mais) na rua, então...

Chegando em Montevidéu
O meu voo chegou no Aeroporto de Carrasco na madrugada. A passagem pela imigração super tranquila, sem pique nenhum para Freeshop, fui direto a um guichê da TAXI Aeropuerto de Carrasco. Nesse horário, você tem a opção de pegar um Taxi  ou esperar formar uma turma e ir em uma Van compartilhada que vai deixando cada pessoa em seu hotel. No primeiro, eu pagaria cerca de 150 reais para o Centro, já no segundo, que foi o escolhido por mim, paguei R$35.

Primeiro Dia -  Montevidéu

A minha única intensão nessa viagem era me deixar levar, sair sem destino mesmo, alcançando o que estivesse na minha frente. Nesse embalo, peguei a 18 de Julio, avenida principal de Montevidéu e fui primeiro sem sentido contrário a Ciudad Vieja. Pelo caminho passei pela Plaza Cagancha, conhece o Mercado de los Artesanos, a famosa Fuente de los Candados, Mercado de la Abundancia em uma das ruas transversais, a Intendencia de Montevideo entre outros tantos museus.


Dei meia volta e fui sem sentido a Plaza de La Independencia, ponto de transição entre o Centro e a Cidade Velha. Nela, a imponente estátua do General Artigas, o Palácio Salvo, a Puerta de la Ciudadela e o Teatro Solis, são os destaques. Ali também está o tradicional Hotel Radisson, que tem uma visão privilegiada do seu restaurante no 25º andar (que eu não fui!) e um casino ao fundo. (que eu fui e perdi a dignidade!)




Uma dica: se tiver tempo, pegue a visita guiada ao Teatro Solis. Ela são rápidas e te mostram um pouquinho da mais importante casa cultural do Uruguai por apenas 20 pesos uruguaios.


Passando pela Puerta de La Ciudadela, já estamos na Peatonal Sarandí, só para pedestres e que nos leva até o Mercado del Puerto. O negócio é ir caminhando, olhando as lojas, os museus, as feirinhas, os cafés, praças e também ficar atento as ruas transversais, que tem sempre algo a ser visto.É uma caminhada bem gostosinha e você pode terminar no Mercado, pra um almoço especial a la culinária Uruguaia. (Eu passei adiante, pois sou chata pra comida e terminei no El figaro, ali no Mercado mesmo, comendo uma Batata Recheada)


Segundo dia: Colonia Del Sacramento
Pra esse passeio, eu entrei em contato com o Brasileiros no Uruguai, e não em arrependi. O ônibus, com um guia super fofo, pega todo mundo em seu respectivo hotel, e de maneira descontraída vai nos contando a história dos lugares que passamos até chegar em Colonia. Antes de chegar uma parada em San Jose de Mayo, uma cidadezinha bem pequena, mas com o Teatro Bartolomé Macció na praça principal da cidade. Também visitamos a Catedral e uma chocolataria, a Choo, que...aff, que saudade!




Chegando em Colonia - que cidade aconchegante - com suas pedrinhas pelo chão e sua antiguidade a cada esquina. ♥Antes, fizemos uma parada para fotos na Plaza de los toros. Já no centrinho, atravessando o Portón de Campo, temos parte da muralha erguida pelos portugueses e vamos em encontro a Plaza Mayor, que é rodeada pelos principais museus da cidade: Museo Municipal, Museo Portugués, Museo Municipal, Museo del azulejo... O guia do city tour vai nos contando um pouco da história, até chegarmos a Igreja Matriz.







Almoçamos no restaurante recomendado pelo Guia, o Punta Piedra. Fomos avisadas que a comida demorava um pouco, pois é toda feita na hora, mas demorou demais. Comi um Chivito kids, pois o normal era demais de grande pra mim! Ah, e achei meio carinho, apesar de delicioso!



Depois de almoçar, ainda deu tempo de subir no Farol (20 pesos) e apreciar uma vista maravilhosa de toda a cidade, mesmo com todo o medinho de altura e os minutos que tinha que fica esperando na escada claustrofóbica enquanto um grupo descia ou subia.



 


E claro, não pode falta conhecer a charmosa Calle de los Suspiros.



Dica: Quase em frente a muralha, depois de atravessar o portão, vale a pena se deliciar com um sorvete da El Cali!

No caminho de volta para Montevidéu, já no fim da tarde, o ônibus ainda para na Granja Arenas, onde podemos conhecer um pouco das coleções de Dom Emilio Areias - quero a de lápis pra ontem!!!! Nessa parada também podemos aproveitar e comprar doce de leite dos Deuses, marmeladas, geleias e queijos típicos!

Terceiro dia: Montevidéu 

Pra esse domingo eu escolhi fazer o city tour e assim conhecer o geral de Montevidéu. Peguei o Bus Turístico na Plaza Independencia e dali fui seguinto por todas as paradas que ele faz. Se não me engano custa R$60 e tem 10 ou 11 paradas. Como ele só passa, eu desci em alguns pontos que queria conhecer melhor e pegava o da parada seguinte. (uma variação de taxi! rsrs). Por exemplo, eu ia parar na famosa Feria Tristán Navarja, mas quando vi aquele mundo de gente, eu desisti. Segui e desci no Palácio Legislativo, pra tirar algumas fotos, e dali fui andando para o MAM, Mercado Agrícola de Montevidéu. Era pra eu ter almoçado por alí, mas acabei pegando o Bus que passou em seguida e fui adiante. No caminho, a gravação no fone vai nos indicando os pontos de destaque, contando um pouco da história e assim, vamos dando uma volta quase que completa pela capital Uruguaia. Escolhi descer no Parque Rodó e andar por ali um pouco, vendo a vida passar. Do parque eu caminhei para o Shopping Punta Carretas (me perdi loucamente, mas cheguei!) onde almocei e passei mais um pouco de tempo até dar o horário do último Bus turístico pra pegar e voltar pro centro. Se eu voltasse no tempo, tinha feito ao contrário - almoçado antes no shopping e depois ido para o Rodó, pra pegar mais o fim de tarde.






Quarto dia: Punta Del Este

Outra vez reservei o passeio através do Brasileiros no Uruguai, dessa vez com destino a Punta. Não podia ir embora sem conhecer esse pedacinho de paraíso!
A primeira parada, é uma passada por Piriapólis, uma cidade bem charmosinha e praiana, com vários pontos principais como o Argentino Hotel, o Castillo Piria, e uma visão privilegiada do Cerro San Antonio. 



A próxima parada era um dos meus destinos mais esperados - e confesso que me decepcionei um pouco. Punta Ballena! O lugar é lindo, maravilhoso e meu sonho era ter foto com aquelas paredes "gregas" no fundo. Só achei que eu poderia chegar mais perto, tipo entrar no hotel, sabe? rsrs Paguei 160 pesos para entrar na CasaPueblo, ver o museu e tirar fotos. Mas a melhor visão mesmo é descer a ribanceirinha - aventura - pelo matinho e pegar toda a estrutura! Surreal!








Por fim, com nossa guia super descontraída e hilária, chegamos ao glamour de Punta. Tudo beirando ao luxo, é o que posso resumir quando quero me referir a esse pedacinho do Uruguai. Não é a toa que é conhecida como a Miami latina, né?




Descemos bem no centro, para almoçar - El Tonel foi o recomendado pela guia e como a fome era maior que a vontade de procurar outra coisa, por ali ficamos. A comida era boa, mas outra vez achei meio carinha. Aliás, Punta é relativamente cara. Dali fomos até a praia, tirar foto nos famosos "dedos" e passar um pouco do tempo. Um Frappé no Havanna antes de embarcar de volta para Montevideu.



Antes de ir para o Hotel, desci ali na rua mesmo e fui até a rambla argentina, a mais próxima de mim. Aproveitei que a noite chega tarde, e sob um por do sol às 20h, me despedi e agradeci por essa viagem. 


Já pode pensar na próxima?

11 abril 2015

A nova cara do blog


Postado por Nat

Não, eu não abandonei o blog. Sim, eu ainda lembro dele todos os dias e pretendo continuar. E nem vou ficar aqui me explicando porque já tô cansada disso. Eu sou bem assim mesmo: sem regras e sem organização nenhuma. Gosto de ter blog pra vir escrever quando eu quiser, e escrever mesmo, mais do que ficar mostrando isso ou aquilo. Entende? Fico tentando me enganar mas não consigo levar adiante. Assim que, me aceitem? rsrsrsr Toda errada assim, mas apaixonada pelo meu cantinho e por vir aqui soltar uns blocos de textos vez ou outra.

Pra me animar mandei ver numa nova cara pra ele! Amava a outra versão, mas queria refrescar por aqui, entendem?

A ilustração linda do topo e da assinatura dos posts, foram feitas pela Mari! E eu fiquei completamente apaixonada! Todo amor que houver nessa vida para o carinho que ela teve em criar cada imagem de teste e me deixou louca pra escolher! =D Mari, querida, Obrigada!!!

O layout e a programação ficou por conta da Suzi, do Cor Seletiva! Paciente, prestativa e entendeu tudo o que eu queria: algo simples, fofo e maravilhosos! hahah Suzi, minha linda, obrigada uma vez mais pela paciência e pelo trabalho! 

E aí, gostaram??? 


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